segunda-feira, 1 de outubro de 2012

PORQUE VOTAR EM PEDRO BIGARDI 65 PREFEITO DE JUNDIAÍ




Como todos já sabem, a eleição para eleger prefeitos e vereadores ocorre nesse próximo domingo, dia 07 de outubro. Na minha opinião, é a eleição mais importante que pode ocorrer, muito mais até do que as eleições presidenciais. Por um motivo muito simples: prefeito e vereadores estão muito mais próximos dos cidadãos, lidam e trabalham com os seus problemas de forma direta.

Por isso, venho aqui me manifestar. Observando o quadro eleitoral da nossa cidade, vejo que ele é muito claro: um campo político quer preservar e continuar isso que esta aí há 30 anos. E existe a oposição, galvanizada em torno do candidato Pedro Bigardi, como a chance real de realizar mudanças no governo de Jundiaí. Vou então elencar algumas razões pelas quais eu acredito que Pedro Bigardi tem condições de ser um excelente prefeito para a nossa cidade.

Por questão de honestidade intelectual, devo dizer que sou militante, filiado e diretor do PCdoB, e também trabalho na equipe do mandato de Deputado Estadual do Pedro Bigardi. Quem me conhece um pouco sabe que sempre estive nesse campo político. Acompanho a política desde 1989, quando o Collor ganhou do Lula e eu me encantei com a figura e as ideias daquele trabalhador, e quando passei a votar, em 2000, só depositei minha confiança em três partidos: PCdoB, PT e PSB, votando uma vez na deputada federal Luiza Erundina. Assim, defendo o que defendo por ideais muito claros, e trabalhar em defesa desses ideais para mim é muito mais um privilégio do que mero ganha pão.

Dito isso, vamos aos motivos para votar em Pedro Bigardi.

1 – Como é a Jundiaí administrada pelo PSDB

Inegavelmente, Jundiaí é uma bela cidade, a maioria dos cidadãos tem uma qualidade de vida razoável. Contudo, isso não é mérito ou fruto apenas da administração de um partido. Uma cidade é feita muito mais pelas mãos e esforços de seus trabalhadores, empresários, estudantes, donas de casa, e por aí vai, do que pelo trabalho de qualquer grupo político. Assim, observando a riqueza de Jundiaí, o tamanho de seu orçamento e o seu potencial, me parece inaceitável convivermos com algumas condições presentes hoje na cidade, e que poderiam ser melhor encaminhadas com as políticas públicas corretas.

Exemplo disso são as promessas feitas em época de eleição, e não cumpridas. Na campanha de 2008, quem não se lembra do então governador José Serra indo ao programa do candidato Miguel Haddad e prometendo a construção e inauguração do Hospital Regional ainda nesse mandato? E o que temos como realidade está sendo mostrado nos jornais, nos últimos dias: o completo abandono do posto de saúde do centro, ali no início da Rua da Saúde, demora de 6 meses para consultas com especialistas, entre outros absurdos nessa área. Jundiaí gasta cerca de R$ 400 milhões na área da saúde (2/3 da Prefeitura e 1/3 de verbas da União. O estado de São Paulo não entra com nada), ou seja, pouco mais de R$ 1 milhão por dia. Será mesmo que a nossa saúde não poderia estar melhor? Será que não existe aí um caso clássico de incompetência e verbas públicas mal geridas?

Outros exemplos de promessas da campanha de 2008 que o prefeito eleito, Miguel Haddad, e o seu vice, Luiz Fernando Machado, não cumpriram, e agora o candidato Luiz Fernando repete:

- Reestruturação do trevo da Av. Jundiaí
- Construção da alça de acesso da 9 de Julho com a Anhanguera
- Construção do Polo Tecnológico de Jundiaí
- Construção de um centro cultural no Complexo FEPASA, dentre outras

Pergunto então: tem credibilidade o político que não cumpre promessas e que faz o povo de bobo, repetindo as mesmas propostas, a cada 4 anos?

2 – Porque então votar em Pedro Bigardi?

Quem conhece um pouco Jundiaí sabe que a cidade é dominada por um grupo político e econômico há muito tempo. E que esse grupo se aproveita da administração da cidade para alavancar os seus próprios negócios. Pedro Bigardi sempre se opôs a essa forma de fazer política, não se curvando às suas propostas de cooptação como muitos outros fizeram. Preferiu sempre o caminho mais difícil, mas que hoje o credencia a ser o candidato mais forte da oposição.

Pedro Bigardi já foi candidato a prefeito outras 4 vezes. E atualmente é deputado estadual, eleito com mais de 67 mil votos em 2010. Como deputado, Pedro Bigardi já destinou mais de R$ 4 milhões em emendas para Jundiaí, como por exemplo R$ 600 mil para a reforma e ampliação do GRENDACC e R$ 350 mil para a compra de um novo caminhão bomba para o corpo de bombeiros.

Esse histórico e a atuação como deputado estadual tem o nome de compromisso. Compromisso com Jundiaí e com o os seus cidadãos. Em conduzir a prefeitura municipal para atender os interesses de todos, e não apenas de um grupo de amigos.

Esse compromisso é importante, mas apenas isso poderia não ser o suficiente para governar bem Jundiaí. São necessárias propostas consistentes, calcadas na realidade e nos problemas que a cidade apresenta. Esse é o próximo ponto.

3 – Propostas de Pedro Bigardi para Jundiaí

Vou aqui elencar algumas das propostas que constam no plano de governo registrado na Justiça Eleitoral, e que, se aplicadas, podem colocar Jundiaí como uma das melhores cidades do Brasil, de fato, e não apenas na propaganda.

Educação

- Valorização profissional dos educadores, com a aplicação da lei de 1/3 da jornada extraclasse
- Construção de novas creches para que todas as crianças tenham a sua vaga. O governo federal pode construir 7 creches em Jundiaí mediante solicitação e projeto do município
- Oferecer cursinhos populares nos bairros, para ajudar esse público a se preparar melhor para o vestibular e o ENEM
- Trazer mais cursos para as ETEC’s e para a FATEC, e construir um novo prédio para a faculdade de tecnologia poder receber mais cursos e alunos
- Implantar a Universidade Pública em Jundiaí, de fato, com cursos das diversas áreas de conhecimento e assistência estudantil

Saúde

- Instalação das Unidades de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas em todas as regiões da cidade, que são mini hospitais, com leitos e ambulâncias, prontos para tratar as emergências médicas e ajudar a desafogar o Hospital São Vicente
- Melhorar a estrutura das UBS’s, colocando mais médicos e oferecendo mais remédios para a população
- Implantação da Farmácia Popular, em parceria com o governo Federal, oferecendo medicamentos gratuitos ou subsidiados para o cidadão
- Com o grande orçamento da cidade, investir na construção de um novo hospital público para Jundiaí

Segurança Pública

- Criação da Secretaria Municipal de Segurança, responsável por coordenar todos os trabalhos da área: Guarda Municipal, Polícia Militar, Polícia Civil, Bombeiros, Defesa Civil
- Aumento do número de Guardas Municipais e a volta dos Anjos da Guarda na porta das escolas
- Câmeras de Segurança nas entradas e saídas dos bairros e na redondeza das escolas, coibindo a prática de crimes

Mobilidade Urbana e Transporte Público

- Repensar o sistema de transporte público da cidade, privilegiando os bairros e a frequência de ônibus no período noturno e nos finais de semana
- Implantação do Bilhete Único, que possibilita o usuário trocar de ônibus durante o trajeto, pagando uma única passagem. Acabar com as baldeações nos terminais, tornando o sistema mais ágil
- Aproveitar o espaço por onde passam as linhas de transmissão de energia para construir corredores exclusivos de ônibus e ciclovias, com o aterramento dessas linhas
- Executar as obras viárias para desafogar os gargalos de trânsito: trevo da Av. Jundiaí, alça de acesso da 9 de Julho com a Anhanguera, viaduto ligando a Osmundo dos Santos Pellegrini com o outro lado da Anhanguera


Essas são apenas algumas das propostas de Pedro Bigardi para Jundiaí. O programa de governo completo está no site pedrobigardi65.com.br

Enfim, esses são os meus motivos para votar, sem dúvida alguma, em Pedro Bigardi para prefeito de Jundiaí. Mudanças geram algum medo, apreensão, o que é natural. Mas considero que não podemos mais tolerar uma política que privilegia poucos amigos e que trata Jundiaí como uma loja de armarinhos e aviamento de bairro, com essa pasmaceira, essa mediocridade de que as coisas são difíceis, que não dá pra fazer mais, não dá pra avançar.

Com a força e o apoio do governo federal e da presidente Dilma, junto ao respeito conquistado com o governo do Estado pela sua atuação como deputado estadual, tenho certeza absoluta de que Pedro Bigardi será o melhor prefeito da história de Jundiaí!

domingo, 2 de setembro de 2012

Pesquisas fajutas e baixaria na campanha não vão nos desanimar!



Para um observador minimamente atento, não é difícil desvendar a maneira do PSDB de Jundiaí de tocar as suas campanhas eleitorais. É o que eles fazem de melhor, aliás, são profissionais para ganhar campanhas. Governar em prol da população e resolver os problemas da cidade, é quase nada. Qualquer coisa o tio Duda Mendonça resolve com muita propaganda.

Vamos passar rapidamente por esses pontos fundamentais. Em época de campanha, não dá pra escrever o tratado que o tema mereceria:

1 - MANUTENÇÃO DOS INTERESSES PESSOAIS: são centenas e centenas de cargos de comissão na Prefeitura de Jundiaí e em suas autarquias. É preciso que se diga que em meio a toda essa gente existem aqueles compromissados com o serviço público. Mas é inútil imaginar que toda essa massa de gente enxergue algum problema na administração de que fazem parte. Portanto, se somarmos toda essa gente e os seus parentes diretos, são alguns milhares de votos que o PSDB já tem de largada, sem campanha alguma.

Sem falar naqueles que tem algum tipo de negócio ou prestação de serviço com a Prefeitura. Esses também somam um número razoável de votos, junto com seus familiares, para que a situação permaneça como está. Mudar pra quê, se a minha oficina de freios cuida de todos os veículos da Prefeitura? Melhor eu arrumar um Partido Político e tentar aumentar o meu cacife junto ao Prefeito, pensa o hipotético pequeno empresário.

2 - MANIPULAÇÃO DA IMPRENSA: É muita ingenuidade supor que um jornal ou uma rádio se mantém com os seus anúncios, assinaturas e vendagens nas bancas. Pra se fazer um jornal, ou uma rádio, são necessários muitos jornalistas, redatores, funcionários, prédio e toda a sua gama de gastos e que custam muito dinheiro. Esses órgãos se mantém com publicidade oficial da Prefeitura.

Assim, não é de se estranhar que as opiniões veiculadas nesses meios sejam tão favoráveis ao grupo que está na Prefeitura. Como ter alguma liberdade para criticar quem lhe garante o pão? Então, vemos o tempo inteiro esses órgãos fazendo a defesa da administração, minimizando ou escondendo qualquer problema e apenas criticando a oposição. Comentaristas de rádios dos mais reacionários e preconceituosos tecem loas a grande administração tucana e tratam de caluniar tudo o que possa lembrar alguma oposição na cidade.

Sabe esses R$27 milhões que a Prefeitura de Jundiaí gasta por ano com publicidade? É dividida essa verba com o Duda Mendonça, que faz a criação do marketing, e com a compra de espaços na imprensa para a divulgação dos atos da Prefeitura.

3 - O JOGO SUJO: como bem vemos no vídeo acima, sempre tem algum salafrário a fazer qualquer coisa em troca de uns caraminguás. No caso, um "jornalista", que usa o seu MTB para fazer montagens de materiais com as acusações das mais estapafúrdias contra os adversários do coronelato, em troca de alguma esmola. Podem ter certeza que até o fim da eleição teremos algum panfleto maldoso e mentiroso sendo distribuído contra a honra dos candidatos da oposição.

Como esse ano a justiça eleitoral decidiu ficar na boa, outra parte do jogo sujo está campeando pela cidade: a quebra e depredação das placas e cavaletes dos candidatos da oposição, em especial do Pedro Bigardi e de seus candidatos a vereador. Todo dia voltam para o comitê esses materiais danificados.

4 - PESQUISAS ELEITORAIS "FORÇADAS": a jogada é simples: contrata-se um instituto tido como sério, para realizar uma pesquisa eleitoral, e joga a real, nosso candidato vai ter X% dos votos, o adversário uns 10% a menos, e os demais você tira uns pontinhos também. Pronto: já demonstrei pra todos como somos fortes e vamos ganhar a eleição mais uma vez.

Puxando pela memória que a minha idade permite, lembro disso na eleição de 2000, em 2004 também, quando o Ary Fossen ganhou, e em 2008 foi escandoloso: há dois ou três dias da votação, o Jornal de Jundiaí saiu com uma manchete estrondosa que o Miguel ia levar no 1º turno com 58% dos votos. Distribuíram 50 mil cópias do pasquim em toda a cidade. E o Miguel ganhou na raspa do tacho, com 50,3% dos votos.

E nem adianta pedir auditoria da pesquisa que foi divulgada hoje. É só o instituto fazer 1000 pesquisas em toda a cidade, selecionar os questionários pra dar o número contratado pelo cliente, e queima o resto. Vão estar lá os questionários, conforme o anunciado, pra quem quiser conferir. Mais simples, impossível. Daqui uns dois dias, vou falar mais a fundo a respeito dessa pesquisa absurda que foi divulgada hoje e as suas obvias inconsistências.


Constatado tudo isso, percebe-se que não lutamos contra pouca coisa. É um sistema enorme, que envolve outros setores que eu nem citei nesse texto, e que se beneficiam da manutenção desse coronelato na cidade. Mas não podemos desanimar, ou esmorecer. Muito pelo contrário: é absolutamente perceptível e palpável que essa forma de fazer eleição e política está se esgotando na cidade. Com a piora na qualidade de vida das pessoas, elas estão buscando alternativas. Sente-se isso nas ruas o tempo inteiro. Não será uma pesquisa que vai nos fazer recuar em fazer de Jundiaí uma cidade melhor para todos.

Às ruas, pedir votos para os nossos candidatos, pedir votos para Pedro Bigardi. A vitória de um outro tipo de política nunca esteve tão próxima. Ousar lutar, ousar vencer!!!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Convite para o lançamento do Plano de Governo de Pedro Bigardi Prefeito de Jundiaí - 65



Escola em tempo integral? Melhoria no atendimento das UBS's? Passe livre estudantil? Bilhete único? Maior proteção ao meio ambiente e aos animais? Pistas de skate nos bairros? Parques e centros esportivos abertos por mais tempo? Uma administração mais transparente e próxima da população?

Qual o seu sonho, a sua ideia para Jundiaí?

A chegada do período eleitoral é um espaço privilegiado para a discussão dos rumos da cidade. Pensando nisso, o deputado estadual Pedro Bigardi, candidato à Prefeitura de Jundiaí, convida todos a participar do lançamento do seu Plano de Governo, que ocorre nesta segunda-feira, 23 de julho, às 19H, no Buffet Daud's (antigo Mayson Real), que fica na Av. Comendador Antonio Borin, 2251, no bairro da Colônia.

Neste dia, conheceremos as bases desse Plano de Governo, que terá um cronograma de reuniões temáticas (educação, segurança, saúde, meio ambiente, etc) abertas para a participação de todos os interessados em ajudar a construir uma Jundiaí ainda mais justa, desenvolvida e humana. Após estas reuniões com a população é que o Programa de Governo será fechado. E nesta segunda-feira teremos o lançamento dessa fase tão importante e rica da campanha eleitoral.

Contamos com a presença de todos vocês!

#cooperação é a palavra chave!

terça-feira, 26 de junho de 2012

Confusão e intrigas no ninho tucano de Jundiaí

"- Sai pra lá, LFM, eu ainda mando no Partido e vou ser o candidato!"


Após muitos boatos - alguns sem o menor sentido - parecia que o PSDB de Jundiaí tinha conseguido definir o seu candidato a prefeito de Jundiaí. Como o atual prefeito Miguel Haddad tem muitas dúvidas se conseguiria registrar a sua candidatura, por problemas com a lei da Ficha Limpa (ou alguém acredita que um candidato que tem mais de 40% das intenções de voto numa pesquisa vai largar a disputa por ser bonzinho? E o mais hilário é ele insinuar que pode ser candidato a algum cargo majoritário em 2014. Como se um político paroquiano como o Miguel Haddad pudesse almejar uma candidatura a governador, vice-governador ou senador), resolveram lançar o Deputado Federal Luis Fernando Machado para concorrer a Prefeitura.

Até aí, normal, era o que estava no ar há algum tempo. Contudo, outro rumor que rolava na cidade era que alguns integrantes do PSDB - notadamente, os ex-prefeitos André Benassi e Ary Fossen - não aceitavam por nada o nome do Luís Fernando. E isso se confirmou, quando na noite desta terça-feira o Benassi usou o espaço da sua TV Rede Paulista para declarar que o Luis Fernando era o nome do Miguel, e não do Partido, e que ele colocaria seu nome em disputa na convenção tucana marcada para este sábado. E finalizou afirmando que iria ganhar a convenção e que o ex secretário de Finanças Parimoschi vai ser o seu vice.

Saindo do mundo dos boatos, essa situação de caos no PSDB de Jundiaí não chega a surpreender. Pela maneira com que governaram Jundiaí nos últimos anos, se esquecendo totalmente das necessidades da população (o São Vicente lotado e a Casa de Saúde fechada há mais de 5 anos demonstram isso) e cuidando apenas dos próprios negócios, que são sabidos por todos, o grau de desgaste do governo Miguel Haddad é tal que eles não sabem quem lançar para tentar manter a Prefeitura. Se a pesquisa Ibope divulgada há 10 dias guardasse alguma conexão com o que se observa em Jundiaí, alguém acha mesmo que o Miguel Haddad iria desistir de tentar se reeleger?

Enquanto isso, a oposição vai se organizando. A coligação PMDB/PSB realizou a sua convenção no último dia 18/06, lançando a chapa dr. Claudio Miranda e delegada Fátima Giassetti, para uma Câmara Municipal lotada e festiva, e os partidos PCdoB, PT, PSL, PSD (o PPL também apoia essa coligação e vai fazer a sua convenção no próximo sábado) realizaram as suas convenções no último sábado, com a chapa Dep. Estadual Pedro Bigardi e vereador Durval Orlato, com o auditório do UniAnchieta recebendo mais de 1000 pessoas para um lindo ato político que mostra toda a força dessa composição.

Esse resto de semana promete fortes emoções pelos lados do PSDB. Poderemos observar se o ex-prefeito André Benassi ainda tem alguma influência dentro do Partido, ou se irão aceitar a imposição do Prefeito Miguel Haddad pela candidatura do Luís Fernando. As informações que nos chegam é que, caso o Benassi não consiga se impor até lá, numa possível eleição interna, ele venceria.

Quem viver, verá se o ex prefeito André Benassi ainda tem força pra colocar ordem no ninho tucano.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Cidadonos Eleições 2012



Queridos leitores,


estou ajudando na divulgação deste importante projeto para as eleições de Jundiaí deste ano. Peço que analisem com carinho e ajudem, seja financeiramente, no formato proposto, como também em mais divulgação!





Este ano, o Voto Consciente Jundiaí pretende dar um novo passo em seus 6 anos de atuação: distribuir na cidade 20 mil exemplares de uma Ficha Pública que conterá as respostas de candidatos e coligações sobre as ideias do concurso, estabelecendo metas e prazos de execução.
Além disso, uma série de Encontros de Cidadania serão realizados na cidade, para explicar qual a função do Prefeito, dos Vereadores, quais são as regras das eleições e como, após o processo de escolha dos representantes, elas podem participar do processo político e cobrar os eleitos. “Esperamos com isso contribuir para que a população vote de forma consciente, pesquisando todos os candidatos e que esteja qualificada para após as eleições poder participar de forma cidadã da política de nossa cidade”, conta Nikolas Schiozer, voluntário do grupo.
O projeto foi lançado há 13 dias e 59 pessoas já apoiaram, somando R$ 3.881 que serão integralmente usados no projeto. “O dinheiro vai todo para o projeto, para impressão e distribuição dos materiais (Ficha Pública, ranking e carteiras do Voto Consciente) que serão usados nas ações de educação política e sensibilização para o voto de qualidade.” garante Henrique Parra Parra Filho, voluntário do grupo.
O projeto é o primeiro de Jundiaí que aposta no financiamento colaborativo (crowdfunding), que já mobilizou milhões de reais no Brasil e viabilizou centenas de projetos socio-culturais em outras cidades. A aposta é de construir uma cultura de financiamento coletivo que apoie outros projetos locais também. Você pode conhecer e apoiar em www.cidadonos.org.br

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Projeto inovador do Dep. Pedro Bigardi pode trazer melhorias para o trânsito de cidades como Jundiaí



Enquanto o prefeito Miguel Haddad aumenta a passagem do ônibus para R$3,00, o mesmo valor de cidades onde os trajetos são muito maiores, como São Paulo, o Deputado Estadual Pedro Bigardi apresentou um projeto na Assembléia Legislativa que,caso seja aplicado aqui em Jundiaí, como mostra o desenho, pode ajudar muito a melhorar o trânsito da cidade.

Além de se poder utilizar o espaço onde hoje estão as torres de energia para corredor de ônibus ou de BRT ou VLT, ainda se pode criar muitos KM's de ciclovia por toda a cidade.

Chega de mesmice, de explorar o povo, como o PSDB faz há mais de 20 anos em Jundiaí, em 2012 precisamos de novas ideias, de renovação!



Vamos a matéria publicada no blog do dep. Estadual Pedro Bigardi:



Linhas de energia devem abrir caminho para trânsito e transporte no Estado

Imagine avenidas, corredores exclusivos de ônibus, ciclovias e parques no lugar onde hoje existem torres de transmissão de energia fincadas no solo. Esta é a proposta feita pelo deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB) para auxiliar os municípios paulistas na busca por melhorias para a locomoção das pessoas.

Apresentado por Bigardi na Assembleia Legislativa de São Paulo, o projeto de lei 329/2012 tem como objetivo promover o enterramento de todas as linhas de transmissão e subtransmissão de energia no Estado. No lugar das torres e das centrais de transmissão, ainda segundo o projeto, as cidades podem construir locais para transporte de passageiros ou de maneiras alternativas de locomoção, como a bicicleta.


Além disso, o projeto de lei também resolve um problema sério em relação à saúde pública. "Enterrar essas linhas de energia faz com que a radiação eletromagnética gerada não afete mais as pessoas. Além disso, os túneis subterrâneos não são tão caros para serem executados e já existem em países da Europa e até mesmo no Brasil", comentou Bigardi.

"Realizar intervenções de mobilidade urbana é algo difícil, principalmente pela questão das desapropriações. Com esta alternativa, resolveremos este problema, já que as áreas que abrigam as torres já são de domínio público", completou.

De acordo com o deputado jundiaiense, se o projeto for aprovado pelos deputados paulistas pode, posteriormente, ser expandido para todo o Brasil.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Ahh, essa Dilma. Imaginem se ela não fosse um poste...



Eis aí o pronunciamento em rede nacional da Presidenta Dilma Rousseff. O Brasil vai passando ao largo da crise econômica mundial, reduzindo a pobreza e a desigualdade social (claro que ainda há muito o que se fazer. Não se recuperam mais de 500 anos de chagas em apenas uma década), o que fica claro na grande redução da mortalidade infantil de 2002 pra cá.

E neste momento ainda temos a cereja no bolo: Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal reduzindo agressivamente as suas taxas de juros, e forçando os bancos privados a seguir o movimento. Nem o presidente Lula ousou mexer desta forma com os Olavo Setubal da vida. Nesta gangorra em que vive o nosso presidencialismo de coalizão, cuja base é das mais heterogêneas, o momento do governo parece ser de agir mais a esquerda.

E ainda teve a nomeação histórica e simbólica do Brizola Neto para o Ministério do Trabalho. O grande Leonel Brizola deve ter soltado um sorriso malandro e um meneio de cabeça, a pensar: ahh, essa Dilma vai longe!

Tudo isso, sendo que a mulher é um poste, como disseram (e ainda dizem) muitos analistas e especialistas do PIG e das redes sociais, que ainda babam de ódio contra a "terrorista"...

Imaginemos então como seria se a nossa Presidenta não fosse um poste, um mero puppet...

domingo, 22 de abril de 2012

PSDB Jundiaí tenta tumultuar a Marcha Contra a Corrupção do município. Hipocrisia tucana fica ainda mais exposta



Em dezenas de cidades brasileiras foram realizadas as chamadas Marchas Contra a Corrupção neste feriado de Tiradentes. Via de regra, elas vem ocorrendo em feriados e datas cívicas nacionais, como a Proclamação da República. Entidades da sociedade civil e mobilização das redes sociais são as principais ferramentas que movimentam e incentivam as pessoas a participar desses atos contra esse grande mal que é a corrupção, o desvio e o roubo do dinheiro público.

Observamos que as faixas e palavras de ordem, em geral, não são direcionadas a um político x ou a um partido y. O que se denuncia é o grande mal que a corrupção causa, quando observamos as grandes carências do nosso país, como a educação de baixa qualidade, as filas dramáticas nos hospitais, a falta de moradia decente para o povo, e por aí vai. Sempre é feito um grande esforço para que não se partidarize este movimento, já que se observa que em todos os partidos políticos existem casos de corrupção (ainda que não seja em igual proporção, como mostra o ranking de políticos cassados, divulgado recentemente).


Tucanos de Jundiaí tentaram partidarizar a marcha, mas se esquecem de que seu partido é um dos mais corruptos do Brasil



Chegando a Marcha Contra a Corrupção que se realizou ontem aqui em Jundiaí, notícias chegam dando conta que o ato da tarde ficou marcado pela divisão. Enquanto jovens sem filiação partidária e membros de vários partidos pretendiam marchar com faixas genéricas na luta contra a corrupção, sem nomear políticos ou partidos, membros do PSDB, liderados por seu presidente e secretário de Finanças José Antonio Parimoschi, queriam se juntar ao movimento com faixas e palavras de ordem que aludiam ao mensalão e a demora em se julgar o caso. Ou seja: queriam fazer crer que a corrupção era um problema de outros partidos, deturpando a essência do movimento, que é de uma luta geral contra a corrupção.

Obviamente que a pilantragem do PSDB de Jundiaí não iria passar em branco. Os jovens presentes jamais iriam aceitar ser massa de manobra de um partido que consta no ranking como um dos mais corruptos. Assim, se seguiram discussões e os grupos marcharam divididos: de um lado, aqueles que queriam marchar contra a corrupção de uma forma honesta e apartidária, e do outro, os tucanos e sua tentativa ridícula de partidarizar o movimento.

Lendo os jornais locais de hoje, notamos algo ainda mais absurdo: o pessoal do PSDB de Jundiaí, na tentativa de justificar a sua atitude lamentável na marcha de ontem, tentaram fazer crer que ela é instrumento da oposição na cidade. E para isso, lançaram mão de um argumento que é no mínimo engraçado. Dizem os tucanos: "os jovens tinham uma faixa que denunciava a especulação imobiliária na Serra do Japi, e nós encaramos isso como provocação". Oras, eles não dizem que não existe especulação imobiliária na Serra do Japi? Quando lembrados de suas ligações com empresas e construtoras locais, que pressionam para construir loteamentos e hotéis na Serra do Japi (nas palavras do Secretário de Planejamento Jaderson Spina ao Estadão), eles não afirmam peremptoriamente que a legislação não permite especulação imobiliária na Serra do Japi? Porque então dizer que uma faixa que vai contra essa especulação na Serra do Japi é uma provocação a eles? Esquizofrenia ou pura culpa no cartório? 

Está aí: mais uma vez, com essa lamentável atitude, os tucanos mostram que não tem veleidades ou medo de lançar a cidade no lamaçal, tentando jogar no lixo a Marcha Contra a Corrupção local. Mas esse tipo de atitude tem a sua serventia: mostrar como a Serra do Japi está sim ameaçada pela especulação desenfreada, já que uma simples faixa de denuncia a isto foi severamente hostilizada pelo PSDB de Jundiaí. Fato que temos certeza que dará ainda mais força para a atuação desses jovens contra a corrupção e contra a destruição da Serra do Japi.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Saúde pública de Jundiaí e região em debate nesta quinta-feira, 19/04, às 19H, na Câmara Municipal de Jundiaí

Os diretórios do PCdoB, PMDB, PSD e PSL promovem nesta quinta-feira, 19/04, às 19H, na Câmara Municipal de Jundiaí, um debate sobre as condições da saúde pública de Jundiaí e região. Compareça, participe, traga seus amigos para fazer parte desta importante discussão!



quarta-feira, 4 de abril de 2012

The Wall Live, by Roger Waters - Levando o show de rock para um novo patamar



Terça-feira, 03 de abril de 2012. A noite em que São Paulo presenciou não um show de rock. Porque a The Wall Live Tour não se resume a alguns caras tocando rock. É a recriação imagética e sensorial de um dos álbuns mais importantes do rock, The Wall, do Pink Floyd, de 1979, liderada pelo seu mentor e criador, Roger Waters.

Muitos artistas já criaram show repletos de inovações visuais, como o U2 com o seu palco em forma de garras e o Radiohead com seus tubos de plástico. Causam uma grandiosa e bela impressão, mas esta turnê do The Wall é muito mais do que isso.

O famoso muro de fato é enorme e imponente, mais de 100 metros de comprimento e 11 metros de altura. E que é soberbamente utilizado como um gigantesco telão onde imagens são projetadas, desde o próprio Roger Waters e os demais membros da banda, como também animações, desenhos e filmes que fazem a temática do álbum ser muito melhor entendida.

E esta temática permanece atual. Como se sabe, retrata alguns aspectos da vida de Roger Waters, através de seu alter ego chamado Pink, como a morte do pai na 2ª Guerra Mundial, o sistema educacional britânico que desconsidera a individualidade dos jovens, a mãe superprotetora, os problemas em seu casamento, e como todos esses fatores, dentro do cruel e competitivo sistema capitalista, faz com que o seu protagonista erga um muro mental em torno de si, para tentar se proteger desse mundo hostil.

O sistema de som, com caixas espalhadas ao redor de todo o estádio do Morumbi, também é fundamental na recriação da atmosfera do álbum, com os barulhos de helicóptero, avião, tiros de metralhadora ecoando de maneira desconexa nessas caixas de som, fazendo com que os presentes de fato procurem de onde está vindo o helicóptero.

Ao longo de sua execução, somos brindados com todos esses elementos atuando ora isolados, ora em conjunto, com Roger Waters atuando em diversas frentes. Aqui, ele é o marido abandonado e melancólico que tenta ligar pra esposa; ali, rege a sua banda em momentos como em Comfortably Numb; acolá, é a criança reprimida na escola.

Tudo isto sem falar de elementos cenográficos como o avião que despenca na abertura do show; o boneco gigante que imita o professor; outro boneco que atua como a esposa cruel; e o já famoso porco flutuante com mensagens políticas.

Os momentos emocionantes foram muitos, como a homenagem ao brasileiro Jean Charles Menezes, morto pela polícia britânica no metrô, confundido com um terrorista, e que ensejou um belo discurso em português de Roger Waters, condenando qualquer tipo de terrorismo de estado, o que casa muito bem com este momento da nossa história, quando lamentamos a instauração do regime militar de 1964. Outro momento belíssimo e de triste reflexão é na música Bring the boys back home, com o muro/telão mostrando imagens de crianças recepcionando seus pais que voltam da guerra. Aqueles das imagens conseguiram retornar, mas quantos ainda deixarão seus filhos órfãos por causa dos horrores da guerra?

Vamos encerrando por aqui, para que não achem o show chato como esta resenha. Mas o mundo dos shows de rock foi elevado pra um novo patamar. The Wall Live é um show de rock, um concerto de música, uma peça teatral, um musical, uma catarse para os sentidos, calcada na bela mensagem de que sempre temos que olhar a humanidade com empatia e otimismo, pois as dificuldades e obstáculos são grandes e duros. Não nos isolemos nunca.

"Together we stand, divided we fall"